“Criatividade é a arte de conectar ideias.” – Steve Jobs (1955-2011), visionário da tecnologia.

Em recente palestra na capital paulista, o educador e escritor Braga Fo. refletiu sobre a criatividade como uma forma de ser. As ideias foram inspiradas no livro “O Ato Criativo” de Rick Rubin, onde “criar é trazer à existência algo que antes não existia”.

1. Todos são criadores

A criatividade não é uma habilidade rara. Também não é difícil acessá-la. Criar é trazer à existência algo que antes não existia. Neste sentido, todos podem criar novos caminhos ou propor soluções inusitadas todos os dias. Preferencialmente, a criatividade se manifesta nas coisas simples da existência. Criamos nossa experiência da realidade, pois o que vemos enxergamos com nossos olhos e nosso jeito de ser. Portanto, criamos a partir de nossas perspectivas da vida.

2. A criatividade vem da colaboração

Nada começa a partir de nós. Tudo que criamos é uma colaboração com a arte que veio antes e com a arte que virá depois. Também é uma colaboração com o mundo em que vivemos, as ferramentas usadas, o público que observa e consigo mesmo. A obra sempre será uma interpretação do mundo.

3. Procure aquilo que você percebe, mas que ninguém vê

Aqui nasce o senso criativo. Deixe as antenas sensíveis para a criatividade. Ideias triviais podem abrir as portas de vastos mundos. Por isso, procure perceber o que ninguém consegue ver ou enxergar. O propósito da obra é, primeiramente, despertar algo em você, e, depois, despertar sentimentos nos outros.

4. Na vida tudo flui… e flui constantemente

“O mundo está sempre mudando. Você pode se dedicar à mesma prática de consciência cinco dias seguidos no mesmo lugar e, a cada vez, ter uma experiência única. Sons e cheiros diferentes estarão presentes. Não há duas lufadas de vento iguais. A tonalidade e a qualidade da luz do sol mudam a cada minuto, de um dia para outro. Na riqueza da natureza, as variações são facilmente notadas. Algumas gritam, outras sussurram. Mesmo quando um elemento parece estático, seja uma obra de arte num museu, seja um objeto cotidiano na cozinha, quando o olhamos profundamente, descobrimos algo que é novo”.

Jael Eneas
Viver Editora
Assessoria de Comunicação

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